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Biblioteca Municipal de Belém

» Trabalhos realizados em Março sobre o livro "O manequim  e o rouxinol"

Título: O Manequim e o Rouxinol
Autor: António Torrado
Editor: Porto: Asa
Data: 2003
Suporte: Livro
ISBN: 972-41-0254-8

 

Leonel

Leonel de 9 anos, em conjunto com o pai, escreveu o seguinte final para este livro:

"[...] Ele muito mal disposto disse:
- Ó minha aranha (nojenta), se não me sais já daí, vou buscar uma vassoura e tiro-te à força.
Ao dizer isto, a aranha deu um salto para o chão, e de seguida transformou-se numa barata, depois numa joaninha e por fim num cão e disse:
- Percebo que és muito mal disposto, agora vou mostrar-te o teu passado! e assim levantou-se uma grande nuvem vermelha.
Foram parar nuim circo, chamado o Circo Maravilhas e depois estiveram a ver como ele tinha sido tão mau (mal criado, estupido) e assim voltaram para sua casa e tudo voltou ao normal. The end!"

 

Ismael

O Ismael de 7 anos, em conjunto com a mãe, escreveu o seguinte final para este livro:

"[...] O Senhor não fica contente porque era muito resmungão!
- Mas que aranha maldita, disse o Senhor.
O Senhor pôs o travesseiro em cima da cabeça que não deixou de ouvir:
- Vai para a rua!
- Não vou não!
Então foi ele para a cama e começou a ouvir duas aranhas a tocar:
- Juro que vou ser bom, alegre.
- Ok, disse a aranha.
E desde esse dia ele passou a ser alegre".

FIM

 


» Trabalhos realizados em Janeiro sobre o livro "O Chão e a Estrela"

Título: O Chão e a Estrela
Autor: Matilde Rosa Araújo
Editor: Asa
Data: 2000
Suporte: Livro
ISBN: 972-41-2120-8

 

Capa de O chão e a estrela

 

Simão Santos

O Simão Santos de 12 anos, em conjunto com a mãe, escreveu o seguinte final para este livro:

"[...] O pássaro fêmea resolveu mesmo com medo ajudar o seu companheiro, chamando outros animais da floresta. Reunindo assim os vários amigos, invadiram a casa do Sr. Silvininho tirando-lhe o chapéu preto e o Sr. Silvininho não fez mais nada, foi atrás do chapéu.
O pássaro fêmea e o seu amigo esquilo aproveitaram-se e foram resgatar o pássaro verde, foram-se embora muito contentes, fizeram o seu melhor e viveram felizes para sempre."

 

       

Inês Luz

A Inês Luz de 12 anos, em conjunto com a mãe, escreveu o seguinte final para este livro:

"[...] Após o pássaro estar preso na gaiola, o pássaro sente-se desesperado, apetecia-lhe fazer tudo menos estar ali, tentou pensar no lado positivo da situação mas após uma reflexão descobriu que tal lado da situação não existia. A sua próxima reacção foi tentar fugir dali, também não conseguiu, subitamente ficou de noite e o lindo pássaro verde estava ali sozinho, com frio, fome e sede, mas para além de estar muito triste, o pássaro verde estava também muito revoltado e quando notou que estava revoltado lembrou-se de quando o Sr. Silvininho tinha dito que queria que ele cantasse e portanto o pássaro verde decidiu que não iria cantar, nem que disso dependesse a sua vida.
No dia seguinte, o Sr. Silvininho ordenou aos seus criados que dessem comida e água ao pássaro verde para que este  sentisse necessidade de cantar e os criados assim fizeram, realmente o pássaro sentiu vontade de cantar mas não o fez. Foram os dias passando e o pássaro não cantava, então D. Mariquinhas pediu a seu marido que o libertasse e o Sr. Silvininho pensou muito bem e sentiu uma enorme compaixão, anormal nele. O Sr. Silvininho libertou o pássaro verde que foi de encontro ao pássaro fêmea, fizeram o ninho e viveram felizes para sempre."

 

 

Rui

O Rui de 10 anos, em conjunto com a mãe, escreveu o seguinte final para este livro:

"[...] A companheira do pássaro verde perseguiu o Sr. Silvininho até sua casa para tentar salvar o seu amado das garras do malvado.
Enquanto o Sr. Silvininho tentava colocar o pássaro na gaiola de ouro que seu avô tinha deixado de herança, o pássaro fêmea foi em voo rápido em direcção à mão do Sr. do chapéu preto e deu-lhe umas valentes bicadas na mão. Naquela algazarra o Sr. Silvininho não resistiu e acabou por abrir a mão tal era a dor sentida pelas bicadas da amada do pássaro verde.
D. Mariquinhas ficou muito contente ao ver os dois pássaros voarem dali para fora em direcção à sua felicidade, o que também contribuiria para a sua ópera não ficar esquecida, visto que ela a adorava, como ver os violineiros na rua.
O pássaro verde e a sua companheira foram para a árvore verde e bonita construir o seu ninho e foram felizes para sempre, com dois pássaros machos e um pássaro fêmea a fazer-lhes companhia."

FIM


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