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Início  » Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa » Arquivo de Iniciativas da Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa » Novo edifício da Biblioteca Central e Arquivo Municipal de Lisboa » Texto do Exmo. Sr. Presidente da CML
Texto do Exmo. Sr. Presidente da CML

Uma Nova Biblioteca para a Cidade


O lançamento da Nova Biblioteca Central e Arquivo Municipal de Lisboa é um gesto simbólico que assinala, em toda a sua dimensão, o que sempre defendemos para a cultura da cidade: equipamentos fundamentais, centralizadores de serviços, e voltados para o acesso de todos.
A nova biblioteca, no vale de Santo António, surge em articulação com um importante plano de urbanização de uma zona da cidade, que carece de requalificação, e que possui uma relação privilegiada com o rio. Este novo equipamento, cuja necessidade tem vindo a impor-se há algumas décadas, inscreve-se na política cultural de proximidade e aposta na ideia de modernização dos serviços e na pluralidade de valências, que o público, cada vez mais exigente, espera que sejam fornecidos pela cidade.

O novo edifício de onze andares acolhe o vasto e rico acervo que constitui o Arquivo Histórico, onde se encontram documentos desde o século XII, até ao passado mais recente da vida da cidade. Uma herança preciosa que dá conta da história da nossa cidade. Graças às novas tecnologias de digitalização, por altura da inauguração da Biblioteca, toda essa vasta documentação estará acessível ao público. Também o Arquivo Intermédio, onde se encontra documentação vária ainda em utilização para efeitos oficiais, será um serviço prestado por este novo edifício.

Impunha-se urgentemente a criação de uma biblioteca central, a uma escala que o Palácio Galveias, deixou de poder cumprir, um pólo dinamizador de uma intervenção política que visa a promoção da leitura e do livro. É importante dotar a cidade de uma estrutura de serviço de empréstimo actualizada, que vá ao encontro daqueles para quem o livro é um instrumento de formação, de cultura e até de companhia – estou sobretudo a pensar nos jovens e nos idosos. Esta iniciativa impõe-se, também, ao nível do cumprimento de uma função social que a Câmara não pode deixar de cumprir.

Pretende-se que este seja um espaço de memória, que não perde a relação com o presente, e acima de tudo, que se volta para o futuro da cidade, e porque se quer que este seja um pólo dinâmico e de interacção permanente com a cidade. Dotá-mo-lo de zonas vocacionadas para o lazer, espaços de cafetaria e restauração, um centro de convenções polivalente com dois auditórios, um deles com  400 lugares e com características de sala que permitem projecção de cinema e apresentação de espectáculos, e outro mais pequeno vocacionado para colóquios, debates e conferências. No fundo, trata-se de dotar o equipamento com capacidade para responder em várias frentes às necessidades de divulgação cultural que a vida de uma capital contemporânea impõe. Este é um investimento que irá servir a cidade nos próximos anos, por isso, a responsabilidade deste gesto, é um compromisso para as gerações vindouras.

Pedro Santana Lopes

Presidente da Câmara de Lisboa


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