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Texto dos Exmos. Srs. Arquitectos

BIBLIOTECA CENTRAL E ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA

O inicio da construção da nova Biblioteca Central e o Arquivo Municipal de Lisboa inicia-se em 8 de Setembro de 2005, e insere-se na perspectiva de responder com novos pólos às exigências da produção de bens culturais, difusão do saber, acesso à informação e, nomeadamente, ao envolvimento da comunidade em modernos hábitos de leitura.

A abertura ao público do segundo maior arquivo está agendada para 2008.

A precária situação da Biblioteca Central instalada no antigo Palácio das Galveias, bem como do Arquivo Municipal, igualmente em instalações desadequadas, fundamentaram a decisão de projectar e construir o novo equipamento respondendo assim às actuais necessidades de espaço e, simultaneamente, à problemática decorrente da progressiva afirmação das novas tecnologias no âmbito da leitura, da aquisição de conhecimentos e de criação de condições de pesquisa.

Para a Biblioteca Central e Arquivo Municipal pretende-se uma nova “casa” que conjugue ambas as valências – Biblioteca e Arquivo, para além de um Centro de Convenções que servirá a cidade.
O novo complexo programado, dispondo de 43 mil metros quadrados de área útil, é um novo pólo cultural, cuja dimensão se reporta à área metropolitana de Lisboa.

A escolha do Vale de Santo António na área oriental da cidade para o novo equipamento inseriu-se numa perspectiva de “reequilibrar” a cidade, numa estratégia de compensar o “lado oriental” e unir Lisboa.

A Biblioteca Central e o Arquivo Municipal desempenham um factor de sustentabilidade, na qualidade do espaço e vida urbana, servindo toda a cidade.

Como equipamento trata-se de um edifício que representa uma forma específica de convívio com a cidade, nomeadamente, pelo “tempo de estadia” que proporciona a quem o visita ou nele trabalha.
Como investigação do espaço irá responder a diferentes situações de leitura, de convívio/reuniões, de lazer, de pesquisa e meditação e albergar nas melhores condições para um estimável conjunto de documentos da cidade: os seus arquivos históricos.

A caracterização exterior do edifício é a de um grande “quarteirão” onde ”espaços negativos” de forma paralelepipédica se definem como praças/terraços, caminhos/ruas, vilas/becos que adquirem valores de dimensão urbana pelo seu desenho e forma.

As suas características arquitectónicas são acentuadas pelos terraços de estadia e apreciação da cidade estabelecendo novas relações entre o “dentro e o fora”.

Esse trabalho sobre a “massa edificada” vem estabelecer novas fronteiras entre o exterior e o interior, caracterizando o edifício como valor urbano, pela incidência da luz.

A luz penetra zenitalmente por um enorme rasgo e permite a iluminação dos espaços mais nucleares da proposta, nomeadamente, o seu piso de entrada.

Uma escada rolante, a partir do hall e instalada numa grande abertura, determina um acesso de lenta ascensão até aos grandes espaços de leitura nos pisos superiores. O percurso pelo vazio é estruturante como travessia dos pisos de depósitos, dando a noção da imensidade dos livros que alberga.
Os depósitos de documentos do Arquivo e a Biblioteca de Herança Bibliográfica (em livre acesso) representam o grande “embasamento”, a “estrutura de suporte” diremos fundativa de todo o edifício, a par dos serviços de apoio ao funcionamento de toda a Biblioteca e Arquivo.

Deixando para trás estes pisos, a escadaria rolante permite chegar aos diversos espaços de leitura, desde o mais animados e sucessivamente até aos que proporcionam maior reflexão.

Voltada para a paisagem do estuário do Tejo como inesquecível referência, a área de leitura distribui-se por espaços diversificados segundo diversos temas e suportes.

Progressivamente, encontramos uma Cafetaria, a Restauração, Auditórios e Exposições como elementos centrais na conjugação do espaço, como lugar de encontro.

Finalmente, os terraços prolongam a visão do edifício na direcção do Tejo.

Arq. Alberto Souza Oliveira

Arq. Manuel Aires Mateus


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