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Programa Estratégico Biblioteca XXI

O executivo municipal aprovou na reunião de Câmara de 9 de maio o Programa Estratégico Biblioteca XXI – Uma Rede de Bibliotecas Públicas Municipais para a Cidade de Lisboa, e que prevê a construção de novas bibliotecas e a modernização dos equipamentos existentes. Objetivo passa por dotar a capital de oito “bibliotecas âncora” e 18 de bairro até 2024.

“O objetivo é criar um novo reordenamento e reorganização das bibliotecas de Lisboa, de modo a que seja possível acompanhar o movimento de modernização que se verificou no país e de modo a que os equipamentos estejam de acordo com as orientações do Programa Nacional de Bibliotecas Públicas e dos padrões da Federação Internacional de Associações de Bibliotecas (UNESCO)”, explicou a vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, que apontou a pequena dimensão de algumas das bibliotecas como exemplo de uma dos problemas a resolver.

“A ideia é que a biblioteca, para além das valências tradicionais, possa ser também um centro cultural de proximidade, um local de encontro de gerações, de políticas ativas de combate à iliteracia digital e à exclusão, assente numa estrutura de bibliotecas âncora mais bibliotecas de bairro”, disse. “Criou-se a ilusão de que hoje em dia a Internet resolve tudo, que não é preciso sair de casa, mas o ser humano precisa do contacto com as outras pessoas”, acrescentou.

As obras a efetuar a curto prazo, passam pela requalificação da biblioteca do Palácio Galveias, com a recuperação do espaço e o alargamento da biblioteca ao 1º piso do edifício, requalificação e ampliação do espaço para a biblioteca de Marvila, requalificação da biblioteca Camões (Santa Catarina) e da biblioteca de Belém, a readaptação do Palácio dos Coruchéus para albergar a biblioteca de Alvalade (fechada desde 2009 por razões de segurança) e a relocalização da Hemeroteca em conjunto com uma biblioteca de bairro no complexo desportivo da Lapa.

Catarina Vaz Pinto sublinhou que estas intervenções, num investimento proveniente do Programa de Intervenção Prioritária em Ações de Reabilitação Urbana (PIPARU) de cerca de quatro milhões de euros, estarão concluídas até ao final do mandato, ou seja, até finais de 2013.

A médio prazo, o programa prevê a construção da biblioteca da Alta de Lisboa (a maior de todas), e da biblioteca de Benfica, que ficará instalada na antiga Fábrica Simões.

Para o longo prazo, fica a construção ou readaptação de espaços nas restantes zonas da cidade, de acordo com as necessidades e características de cada zona.
Nos próximos 12 anos, ou seja, até 2024, a câmara prevê dotar a cidade de oito bibliotecas âncora, considerando a de Alta de Lisboa, a de Marvila e a de Benfica (na antiga Fábrica Simões) "prioritárias", e de 18 bibliotecas de bairro, ou seja, mais que duplicar estes equipamentos, que hoje são apenas 12.

O grupo de trabalho para a rede das bibliotecas municipais de Lisboa, autor do programa, concluiu ainda que no ano passado cerca de 700 mil utentes visitaram as bibliotecas lisboetas.

Publicado no Boletim Municipal nº 951, 2º suplemento de 10 de maio de 2012.


[2012-05-10]

Download: Consulte aqui o Programa Estratégico Biblioteca XXI (documento em PDF)

 

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