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Livros sobre rodas

Em 1953, o escritor Branquinho da Fonseca criou uma biblioteca ambulante, composta por um atrelado puxado pelo seu próprio carro.

Esta curiosa experiência surgiu ainda antes das saudosas Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian que, a partir de 1958, levaram a leitura a algumas das regiões mais desfavorecidas de Portugal. Como Lisboa não fazia parte do itinerário da Fundação e com o intuito de fazer chegar os livros e a leitura a todas as pessoas, a Câmara Municipal de Lisboa toma a seu cargo, em 1961, a criação do seu próprio Serviço de Bibliotecas Itinerantes.

Mais de meio século depois, a Biblioteca Itinerante é hoje composta por uma carrinha de 7 metros, equipada com estantes, bancos-gaveta, mesas dobráveis e extraíveis, computadores, Wi-Fi e balcão de atendimento e é visita assídua e acarinhada em diversos bairros da cidade, sendo parte integrante das rotinas das suas gentes.

Para além dos bairros que visita e cumprindo um dos objetivos que persegue desde a sua génese, a Biblioteca Itinerante presta um serviço regular a pessoas em situação de vulnerabilidade, sendo disso exemplo as parcerias que mantém com entidades como Estabelecimentos Prisionais, o Centro Educativo Navarro de Paiva, o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, a Rádio Aurora, o Hospital Júlio de Matos ou o Parque Saúde Lisboa.

Somos a Biblioteca itinerante e tal como antigamente, continuamos a levar livros e sonhos, sobre rodas, a quem nos recebe. Obrigado!

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