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Um poema inacabado

A Biblioteca David Mourão-Ferreira toma emprestado o nome ao grande poeta David Mourão-Ferreira, eternizado pelo seu cachimbo vermelho e pelo seu amor à cidade de Lisboa, tantas vezes manifestado nos seus poemas.

Inaugurada em 21 de abril de 1999, esta biblioteca foi inicialmente pensada para satisfazer as necessidades do público adulto, em particular dos estudantes universitários. Porém, a curiosidade constante das crianças do bairro, que vinham espreitar a “casa dos livros”, rapidamente levou a repensar a sua função. Em 2004 a biblioteca encerra para obras de adaptação e, no ano seguinte, reabre com um muito animado Espaço infantil e um conjunto de serviços orientados para a comunidade. As crianças adoraram e o bairro acolheu a sua biblioteca.

Atualmente, a biblioteca é um local de encontro e de diversidade, uma segunda casa para quem mora no bairro. É um espaço de mútuas aprendizagens, onde as ideias e propostas da comunidade são escutadas, acolhidas e, em sinergia com diversas instituições locais, muitas vezes transformadas em atividades ou serviços para todas as pessoas.

A cerimónia do chá com os participantes do curso de português para estrangeiros, ou as oficinas escolares que abrem o diálogo entre jovens da comunidade e jovens na Ilha da Madeira, são só alguns exemplos da pulsação vibrante deste equipamento.

Na verdade, a Biblioteca David Mourão-Ferreira é como um longo poema de amor nunca terminado e sempre dedicado à sua comunidade.

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  •   Autocarros: 705 / 725 / 728 / 731 / 744 / 782
  •   Comboio: Oriente
  •   Metro: Moscavide

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