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Uma janela com vista sobre a cidade

Após o terramoto de 1755, em plena reconstrução da cidade, é erguido o agora chamado Palácio Valada-Azambuja. Situado num ponto central da cidade, rapidamente se tornou célebre pelas muitas individualidades que o habitaram, onde também se inclui o incontornável Marquês de Pombal.

A sua projecção na sociedade de então, está patente na obra de Eça de Queiroz, “O Mandarim”, que faz alusão às afamadas festas do “Palacete Amarello ao Loreto” que mais não era senão o Palácio Valada-Azambuja.

Já no séc. XX, são outros os seus habitantes, tendo albergado o jornal “A Lucta”, um dos mais influentes periódicos republicanos.

Em 1973, parte do Palácio abre as suas portas com a inauguração da Biblioteca Municipal para Cegos. Nove anos mais tarde, alarga a sua área de intervenção e, marcando a sua proximidade ao largo homónimo, renova-se como Biblioteca Municipal Camões, agora Biblioteca Camões.

A nossa coleção e programação, assim como a nossa simpatia, modéstia à parte, fazem desta casa um ponto de paragem obrigatório no dia-a-dia das muitas crianças, famílias e idosos que nos frequentam.

Na programação, é sempre possível encontrar uma exposição de arte, ou não estivesse junto ao Museu do Chiado, em pleno coração do Bairro das Artes entre a Bica, o Chiado e o Bairro Alto. E por falar em arte, pode também apreciar o belíssimo busto do poeta Luíz de Camões, da autoria do famoso escultor e ceramista José Joaquim Teixeira Lopes.

Finalmente, porque somos vaidosos, sabia que somos a biblioteca da Rede BLX com a mais bela vista sobre o Tejo? Vá até à Sala das Artes, procure a janela junto à lareira e admire os telhados de Lisboa espraiados até ao rio. É lindo não é?

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  •   Autocarros: 758
  •   Eléctrico: 28
  •   Elevador: Bica
  •   Metro: Baixa-Chiado

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